
A agenda foi acertada na tarde desta sexta-feira entre Kassab e Dilma, que se reuniram por cerca de uma hora no Palácio do Planalto. Apesar do encontro com Dilma, Kassab voltou a afirmar que seu partido surge como uma “força política independente” e não é governista. Ele citou, por exemplo, seu apoio a José Serra, tucano derrotado por Dilma nas eleições presidenciais de 2010.
Kassab, que negou dificuldades na criação do partido, afirmou que a executiva e a direção do partido serão escolhidas neste sábado, em reunião em São Paulo. Para tirar o PSD do papel, Kassab precisa do apoio de 490,3 mil eleitores. As assinaturas devem ser colhidas em, pelo menos, nove Estados. Os esforços das lideranças do PSD estão sendo minadas por denúncias de irregularidades na coleta das assinaturas.
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