
Além da perda do mandato, a sentença suspende os direitos políticos do parlamentar por oito anos, fechar contratos ou convênios com o poder público e o obriga a devolver à Câmara, “devidamente corrigidos até a data do efetivo pagamento”, R$ 34,54 referentes aos gastos com os telefonemas.
Os advogados do vereador informaram que a decisão é exagerada e que vão recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo.
Segundo os autos, a dona de casa Juliana Carvalho de Souza acusa o vereador de lhe dirigir “impropérios e ofensa moral, mediante propostas para manter em relações sexuais, usando termos chulos”.
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