quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

PARAÍBA: Bebê enterrado vivo é resgatado na cidade de Esperança e mãe confessa a monstruoside



O caso de um bebê que foi encontrado coberto por pedras comoveu os moradores do município de Esperança, no Agreste paraibano, nesta terça-feira (8). Policiais rodoviários federais do posto do distrito de São Miguel foram chamados nesta manhã para socorrer o menino.




Uma jovem de 19 anos suspeita de ser mãe do bebê foi detida pela Polícia Militar em São Miguel e levada para a delegacia de Esperança/PB para prestar depoimento. Ela foi apontada por moradores do povoado como sendo a responsável pelo abandono da criança, e acabou confessando no depoimento que o recém-nascido é seu.


Segundo a mãe, o menino nasceu na segunda-feira (7). Ela disse ter deixado a criança no terreno porque o pai do bebê não queria assumi-lo.De acordo com o agente Diniz, que participou do resgate, vizinhos escutaram o choro do bebê no quintal de uma casa num sítio de São Miguel durante toda a madrugada. Eles teriam procurado a mãe ou algum responsável pela criança, e ao entrar no terreno acabaram se deparando com o menino escondido debaixo de pedras, aos pés de uma árvore, com a boca cheia de mato e terra.
Os moradores que acompanharam tudo suspeitam que a vegetação tenha sido colocada na boca do bebê para abafar o choro.




“Quando cheguei à rua, o bebê já estava enrolado num pano, nos braços de um pedreiro que o resgatou. Ele trabalha numa construção ao lado. Minha preocupação era levá-lo para um hospital o mais rápido possível e preservar sua vida”, relatou o agente Diniz.O menino foi encaminhado ao Hospital Geral de Esperança. Ele apresentava arranhões na cabeça, nos braços e nas pernas, além de um ferimento no olho, supostamente causado pela pressão de uma das pedras sobre sua cabeça.


Devido aos ferimentos, o menino recebeu os primeiros socorros em Esperança, mas precisou ser transferido para um hospital de Campina Grande para receber cuidados intensivos.A delegada de Polícia Civil Mairam Moura Ferreira foi até o hospital para acompanhar a situação do menino e checar as primeiras informações com as testemunhas. Ela é a responsável por interrogar a mãe.


fonte: notícias esperancenses

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