
Este é um encontro preliminar para a Reunião dos Ministros do Trabalho e Emprego do G20, a ser realizada, nos 26 e 27 de setembro, em Paris.

Já o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, ressaltou as ações desenvolvidas pelo Brasil para ajudar na implementação e no aprimoramento do sistema de proteção social em outros países, principalmente em países africanos membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), e Timor Leste, no âmbito da cooperação Sul-Sul. Para o secretário-executivo, a experiência em ações na área social em outro países é fundamental para a contribuição no debate quanto ao piso de proteção social.

Após elogiar as iniciativas brasileiras na área social, o embaixador, coordenador, e porta-voz do presidente francês Nicolas Sarkozy sobre temas sociais junto ao G20, Gilles de Robien, salientou a necessidade de convergência e coerência nas políticas de proteção social em âmbito mundial, visto que a área social é fator fundalmental para o desenvolvimento e para a estabilidade e crescimento econômicos.
Universalidade na proteção, levando-se em conta a capacidade de cada país, e a necessidade de que a cobertura social seja compreendida como processo contínuo, que deve acompanhar as mudanças na própria sociedade, são os principais pontos de convergência entre os participantes, conforme destacado por Helmut Schwarzer, especialista sênior em segurança social da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A Argentina foi representada pela subsecretaria de Seguridade Social, do Ministério do Trabalho e Seguridade Social, Emília Roca, e o México, por Susana Casado Garcia, diretora de assuntos jurídicos internacionais da Secretaria de Trabalho e Emprego mexicana.
Na tarde de ontem (10), após discussões sobre o piso de proteção social entre os participantes – Brasil, Argentina, México, França e OIT –, haverá a divulgação da Declaração de Brasília sobre o Piso de Proteção Social.
Assessoria
fonte: lagoa nova verdade
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