
“Esses entraves podem ser assim resumidos, muito simplificadamente, na necessidade de nós colocarmos os nossos juros e spreads incluídos nos padrões internacionais de custo de capital”, disse a presidenta.
Ela chamou a atenção também para as medidas adotados pelos países desenvolvidos para enfrentar a crise.
“Nós temos de estar sempre atentos para que os mecanismos de combate à crise que os países desenvolvidos adotam, a chamada desvalorização competitiva, não levem a uma valorização do nosso câmbio que torna a indústria brasileira, as empresas de serviços brasileiras presas fáceis de um processo de desconstituição, e eu diria até de canibalização.”
Dilma defendeu ainda a aposta na ciência, tecnologia e na inovação, e a ampliação do acesso à educação como instrumentos para aumentar a produtividade da indústria brasileira.
“Nós sabemos que o nosso país tem vários méritos hoje. Nós somos um país que, ao contrário da maioria dos países, vivemos em uma situação que se caracteriza pela redução das desigualdades. Nós temos de transformar essa redução das desigualdades em redução das diferenças de oportunidade, de acesso à educação. É isso que nós temos de fazer. No Pronatec, nós damos um grande passo”, afirmou.
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